Quais são os tipos diferentes de micose?

Eles são classificados em dois grandes grupos: superficiais ou profundos. Os primeiros ocorrem quando as condições ambientais — calor, umidade, pouca luz — favorecem o crescimento dos micro-organismos no nosso corpo. Já as micoses profundas acometem pessoas que apresentam grave deficiência imunológica, como pacientes com aids ou em tratamento contra o câncer. Nesse cenário, a infecção pode atingir órgãos internos e até matar. A frieira, também chamada de pé de atleta, é uma das micoses mais comuns. Nesse quadro, os fungos se espalham entre os dedos, provocando bolhas de água, coceira, descamação e rachaduras na pele. Já o couro cabeludo é uma região menos atingida pela micose entre os adultos. Por outro lado, crianças sofrem bastante com esse problema. Aqui, os fungos se alimentam da queratina dos cabelos, formando pequenas placas arredondadas nas quais os fios não crescem.

Em geral, a região coça muito e arde. Vale mencionar também a onicomicose, tipo que deixa as unhas do pé ou da mão deformadas, grossas e amareladas. Ela é uma das infecções fúngicas mais resistentes ao tratamento. E tem ainda a pitiríase versicolor, popularmente chamada de micose de praia ou pano branco. Ela é causada pelo fungo Malassezia furfur, um habitante natural da pele. O calor e a oleosidade provocam sua multiplicação e fazem surgir manchas nas costas, no pescoço ou no rosto que variam do branco ao castanho. Diferentemente da maioria das versões da doença, essa não causa coceira. Outro micro-organismo, a Candida albicans, pode alterar as mucosas e causar um tipo de micose conhecido como sapinho. Infecção comum em bebês, ela produz dolorosas placas brancas de aspecto cremoso. O mesmo micróbio ataca a região vaginal, desencadeando a candidíase. Se você quer saber mais a respeito de micose clique aqui

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